

Eu cuido de pessoas, não de diagnósticos. Para mim, saúde mental não se resume a suprimir sintomas de adoecimento, mas sim promover formas sustentáveis e ampliadas de bem estar e reconexão com a vida.
Na minha jornada profissional, percebi cedo que "autoconhecimento" e "saúde" eram mais do que conceitos: são movimentos vivos, interconectados e multifatoriais. Não existe saúde mental “neutra”, deslocada de camadas sociais, culturais, territoriais, de gênero…
Entendi também que os saberes da ciência moderna são bem jovens comparados ao conhecimento ancestral e suas tecnologias de autoconhecimento. Me voltei, então, para aprender sobre a existência humana e a promoção de saúde também com mestres tradicionais dessa ciência da terra. Dentro desses aprendizados, as bioculturas e medicinas enteógenas também chegaram como grandes professoras.
Minha abordagem de trabalho se faz nessa encruzilhada: psicologia profunda, ciência psicodélica e ciência ancestral.











